quarta-feira, 5 de junho de 2019

Decreto assinado pelo presidente Bolsonaro salva a indústria salineira do Rio Grande do Norte

O presidente Jair Bolsonaro assinou ontem o decreto que reconhece o sal como um bem de interesse social.
Uma luta do Rio Grande do Norte, que começou lá pelo ano de 2008, 2009, quando as indústrias salineiras do estado começaram a receber multas milionárias.

À época os senadores José Agripino Maia e Garibaldi Filho tocaram os debares com o governo federal, mas…sem resultados.

Nem os governos Lula e Dilma nem o governo Temer deram uma solução para o setor que nos últimos tempos corria o risco de morrer à míngua já que chegou a ser ameaçado de ter que retirar as salinas de onde estão instaladas.

Como se fosse simples trocar uma salina de lugar.

Iniciado o governo Bolsonaro o deputado Beto Rosado tomou a frente das discussões junto ao Palácio do Planalto e a luta contou com o apoio dos deputados governistas João Maia, Fábio Faria e General Girão…

O fato é que ontem o presidente assinou o tão esperado decreto que significa uma vitória para o Rio Grande do Norte.

Falando em nome da bancada, e como deputado à frente da luta neste momento, Beto Rosado relatou a história e citou Agripino e Garibaldi.

“A ameaça iniciou em 2013 e vem gerando imensa insegurança jurídica à atividade salineira, inibindo investimentos e gerando desconfiança quanto a sua continuidade por parte de fornecedores e clientes. Se não fosse este decreto, a atividade chegaria em curto espaço de tempo a um verdadeiro colapso, atingindo os mais de 50 mil empregos diretos e indiretos gerados pela indústria”, alertou Beto.

Participaram da assinatura do documento o ministro-chefe da Casa Civil Onyx Lorenzoni, os deputados Beto, João Mais, Fábio Fabia, Rafael Motta, General Girão e o senador Styvenson Valentim.

Também presentes os prefeitos de Mossoró Rosalba Ciarlini, de Areia Branca Iraneide Rebouças, e de Macau, Túlio Lemos, além dos representantes do setor salineiro Rafael Mandarino, José Mandarino, Aírton Torres, Marcelo Monteiro, Herbert Junior, Frediano Rosado, Francisco Ferreira Souto Filho, Edite Souto, Francisco Aldemir de Souza, Severino Praxedes Sobrinho, Lucivan Praxedes Gomes, Marcos Roberto Alves, Renato Fernandes e David Maranata.
Por Thaisa Galvão