MARCO/1501

TOUROS/RN: ALUNO DO DISTRITO DE BOA CICA É GANHADOR DO CONCURSO "TUDO COMEÇA AQUI"

Da Redação: Dione Nascimento
aluno da Escola Municipal Esmeralda França, no Distrito de Boa Cica, Município de Touros, ALISSON DAVI SILVA ALVES é o vencedor do Concurso de Redação das Escolas do Estado do Rio Grande do Norte “Tudo Começa Aqui”. Entre os dez concorrentes, tres estudantes do Município tourense, foram classificados.
O público-alvo do concurso foi alunos das redes de ensino pública e privada, que foi dividido em duas categorias: uma voltada para o ensino médio e outra para os anos finais do ensino fundamental.
Os estudantes e professores orientadores que venceram a competição serão premiados com uma comenda de honra ao mérito para 1ª, 2ª e 3ª colocações de cada etapa de ensino, uma viagem pelos principais pontos turísticos e históricos do RN, além da publicação de um e-book com as redações dos dez primeiros colocados de cada etapa de ensino. A solenidade de premiação acontecerá no dia 10 de agosto, às 9h30, no Centro de Convenções de Natal.

HISTORIADOR LENINE PINTO
Segundo o historiador Lenine Barros Pinto, 82, escritor e membro efetivo da Academia Norte-Rio-Grandense de Letras, autor do livro "Reinvenção do Descobrimento", em que estuda, entre outros temas, os "padrões" (marcos de posses portuguesas), defende veementemente que o Brasil foi descoberto efetivamente em Touros(RN), e não em Porto Seguro. 

JORNALISTA ALEXANDRE GARCIA
Eu estou convencido que o descobrimento do Brasil; a confirmação da posse portuguesa por parte de Pedro Álvares Cabral começou a ser feita lá em Touros, no Rio Grande do Norte”, afirma o jornalista Alexandre Garcia.
No dia 23 de abril de 2017, o renomado jornalista Alexandre Garcia usou seu twitter para anunciar: “Marinha confirmou que do mar vê o Pico do Cabugi e não o Monte Pascoal” – “Cabral chegou a Touros/RN”. Confirmando o que os pesquisadores e historiadores Lenine Pinto e Manoel Cavalcanti, afirmam.
Desde 1976, o Marco encontra-se em exposição no Forte dos Reis Magos, localizado na Praia do Forte, em Natal/RN.
Na próxima terça-feira, 07 de agosto de 2018,  o Marco de Touros estará comemorando 517 anos do seu chantamento na Praia de Touros/RN, pela expedição de Gaspar de Lemos. Nesta mesma data o Rio Grande do Norte faz aniversário. 
Está na hora do Marco de Touros voltar pra casa. 


CONCURSO DE REDAÇÃO PROPÕE REFLEXÃO SOBRE A ORIGEM DO BRASIL

Nesta primeira edição o tema central será “O Brasil nasceu aqui?”.
Com a proposta de despertar o conhecimento cultural do Rio Grande do Norte e de estimular o sentimento de pertencimento ao território potiguar nos estudantes do estado, o Governo do RN, por meio de uma parceria entre as secretarias estaduais de Educação (SEEC) e de Turismo (Setur), lançou nesta segunda-feira (23) o edital do “Tudo Começa Aqui - I Concurso de Redação das Escolas do RN”. Nesta primeira edição o tema central será “O Brasil nasceu aqui?”.
“Durante muitos anos esse conhecimento sobre o descobrimento do Brasil a partir do Rio Grande do Norte não teve a importância devida. Agora estamos resgatando isso e fazendo com que os próprios potiguares se apropriem dessa ideia, a de que o país possa ter começado por aqui. E nada melhor do que contar com a participação dos nossos alunos, que estão estudando o assunto em sala de aula. A iniciativa vai elevar a autoestima dos estudantes e abrir espaço para uma reflexão sobre o tema”, destacou o governador Robinson Faria.
A secretária de Educação do RN, Cláudia Santa Rosa, reforçou um ponto forte do concurso: a interdisciplinaridade. “Professores de língua portuguesa, história e geografia, por exemplo, podem promover rodas de debates e trazer mais informações sobre o tema aos alunos. Isso vai proporcionar ao estudante um leque maior de justificativas que irão embasar seu ponto de vista”, comentou Santa Rosa.
O público-alvo do concurso são alunos das redes de ensino pública e privada, que será dividido em duas categorias: uma voltada para o ensino médio e outra para os anos finais do ensino fundamental. Para se inscrever o professor orientador ou coordenador pedagógico da escola deve preencher um formulário até o dia 15 de junho, disponibilizado eletronicamente no site da Sigeduc e anexar a redação selecionada pela escola mediante comissão de avaliação.
O concurso vai ocorrer em duas fases. A primeira, no âmbito da escola, na qual serão selecionadas duas redações. Na segunda fase, que ocorre no âmbito da SEEC, uma comissão de avaliação, composta por professores especialistas representantes das redes de ensino municipal, estadual, federal e privada, avaliam diversos itens como estrutura textual e abordagem criativa e textual da temática.
Os estudantes e professores orientadores que vencerem a competição serão premiados com uma comenda de honra ao mérito para 1ª, 2ª e 3ª colocações de cada etapa de ensino, uma viagem pelos principais pontos turísticos e históricos do RN, além da publicação de um e-book com as redações dos dez primeiros colocados de cada etapa de ensino. A solenidade de premiação vai acontecer no dia 7 de agosto de 2018, data em que se comemora o dia do Rio Grande do Norte.
Serviço
Concurso: Tudo Começa Aqui! I Concurso de Redação das Escolas do Rio Grande do Norte
Tema: “O Brasil nasceu aqui?”
Data de lançamento do Edital: 23 de abril de 2018.
Período de inscrição: 30 de abril a 15 de junho de 2018, através de formulário disponível no SITE - AQUI.
1ª fase: 15 de junho de 2018.
2ª fase: 20 de julho de 2018.
Resultado: 27 de julho de 2018.
Premiação: 7 de agosto de 2018.

TOUROS: INDÍCIOS APONTA CHEGADA DE CABRAL AO RN
“De ponta a ponta, é toda praia parma, muito chã e muito formosa”, anotou o escrivão Pero Vaz de Caminha, na carta do descobrimento do Brasil, em 22 de abril de 1500. A profundidade do local, cerca de quatro metros, é a mesma que se encontra na baía da praia de Touros. A “Carta do Descobrimento” também foi uma das ferramentas de pesquisa para o livro. O documento histórico traz uma descrição do local escolhido pela frota portuguesa para ancorar. As correntes marítimas do Oceano Atlântico conduziriam as naus portuguesas até o litoral potiguar, diferente do local tradicionalmente indicado pelos livros de história, a baía de Porto Seguro, na Bahia. “São outras comprovações de que a chegada ocorreu mesmo pelo Rio Grande do Norte”, afirma Manoel Oliveira. Por sinal, em 2000, numa expedição organizada pelos governo do Brasil e de Portugal, a nau utilizada para refazer a travessia – entre a cidade portuguesa de Lisboa e Porto Seguro, na Bahia – precisou de um motor auxiliar, de 190hp, para conseguir cumprir todo o trajeto traçado por Pedro Álvares Cabral. Outro ponto da carta de Pero Vaz de Caminha é de que a expedição, ainda do alto mar, visualizou um“ monte, muito alto e redondo”, que os portugueses nomearam o ponto de Monte Pascoal. “Este monte, na verdade, é o Pico do Cabugi, que pode ser visto, sim, de alto mar”, descreve o autor. 
Agora.com

TOUROS: LIVRO REFORÇA TESE DE QUE O BRASIL FOI DESCOBERTO A PARTIR DE PRAIA POTIGUAR
Pesquisa documental referenda a chegada da expedição de Pedro Álvares Cabral a partir da Praia de Touros
O engenheiro civil Manuel Oliveira Cavalcanti Neto, de 71 anos, após ler diversos livros que lançam dúvidas sobre o processo de descobrimento do Brasil, iniciou no ano passado uma pesquisa sobre a possibilidade de a expedição de Pedro Álvares Cabral ter desembarcado nas águas tranquilas do Cabo de São Roque, em Touros, no litoral do Rio Grande do Norte. A investigação virou o livro “1500: de Portugal ao saliente potiguar”.
A obra será lançada nesta quinta-feira, 15, no Hospital Infantil Varela Santiago, às 17h. Toda a renda será revertida para a manutenção dos serviços hospitalares. “Eu não queria aceitar a verdade absoluta. Até porque, ao longo dos anos, várias provas surgiram para derrubar a tese da descoberta pela Bahia”, diz Manuel.
A obra é a primeira incursão do engenheiro na literatura. “Eu sempre gostei de fazer pesquisas e de me aprofundar nos assuntos relacionados à história”, explica. A investigação para o trabalho começou a partir da leitura dos livros do historiador natalense Lenine Pinto Barros.
“Iniciei os trabalhos em março de 2016. Fui para Portugal e analisei documentos históricos do governo português. Muitos, inclusive, negligenciados pelos historiadores brasileiros”, detalha. Boa parte das análises foram feitas no Museu da Torre do Tombo, em Lisboa, o maior acervo relacionado às navegações. Um destes documento é o mapa de Alberto Cantino, de 1502, que traz os contornos do litoral brasileiro. O documento traz informações sobre a ocorrência de serras e da vegetação na área nomeada de Cabo de São Jorge. No entanto, a descrição não bate com o ocorre na praia baiana, mas é idêntica ao que se encontrada no atual Cabo de São Roque, no litoral potiguar.
José Aldenir / Agora 


JAÉCIO CARLOS ESCREVE: MARCO DE TOUROS - DÁ PRÁ RECUPERAR O QUE É NOSSO?

Por Jaécio Carlos
O historiador potiguar Lenine Pinto escreveu um livro mostrando que o Brasil foi descoberto em Cabo de São Roque, litoral do Rio Grande do Norte em janeiro de 1500. Os portugueses da esquadra de Cabral, com 90 homens a bordo, chantaram (fundaram) um marco para marcar o acontecimento e o colocaram na Praia de Touros. Esse monumento está lá e é visitado por turistas e curiosos em conhecer a verdadeira historia do descobrimento. Em comentário feito pelo jornalista Alexandre Garcia, ele, certa feita, perguntou ao governador, da época, Garibaldi Filho, se ele sabia disso, no que ele respondeu que sim, sabia. Alexandre perguntou por que ele não havia tomado a decisão para esclarecer o fato e requerer o direito do RN ser o lugar oficial do descobrimento e não Porto Seguro na Bahia. Garibaldi respondeu: “Eu não queria criar problemas com Antonio Carlos Magalhães”, na época governador da Bahia.
Não é de estranhar que o Rio Grane do Norte sempre foi benevolente com outros estados. A Ilha de Fernando de Noronha foi entregue de mão beijada a Pernambuco, Barreira do Inferno foi para Alcântara, no Maranhão, atendendo a um pedido do então presidente José Sarney e mais recentemente a Cosern foi vendida para a Iberdrola, empresa Espanhola. Ou seja, coisas nossas entregues aos outros, por obra e graça dos “governantes”. Cadê a cidadania? A essas ações deveríamos ser consultados, se tivéssemos alguma importância.
Na época da 2a guerra mundial os italianos doaram para nós a Coluna Capitolina, presente do ditador Benito Mussolini. Esse monumento está no páteo do Instituto Histórico e Geográfico do RN, na Praça André de Albuquerque, na cidade alta, ao lado da Igreja matriz, antiga Catedral. Não sei como ainda não foi “vendida” ou doada a algum estado. Isso é o pouco que a gene sabe. Há muito mais coisas “por baixo dos panos” como diz Ney Matogrosso na sua música. Por exemplo: onde estão nossos minérios? O estado é riquíssimo nesse setor, mas os governos têm algum compromisso para escondê-los. Está na hora da gente cobrar dos candidatos ao governo do RN o que eles pensam disso. Cobrar atitudes, propostas, enfim, fazer com que o RN volte a ser desenvolvido e dê trabalho e renda ao nosso povo, tão enganado nesses últimos pleitos.
Dá pra recuperar o que é nosso? Claro que dá. Vamos mostrar nas escolas, aos nossos filhos e netos, o que temos de importante e o que nos resta fazer. Mas para isso é preciso coragem e determinação. Podemos reconstruir o RN. Se quisermos ter um futuro melhor, com dignidade e formação.
Jaécio Carlos – Produtor e apresentador dos programas Café da Tarde e Tribuna Livre, para Youtube.
Ponto de Vista

ALEXANDRE GARCIA DEFENDE QUE REDESCOBRIMENTO DO BRASIL COMEÇOU PELO RIO GRANDE DO NORTE

Radio Cenecista Picui PB   25.11.17  
Jornalista Alexandre Garcia
O jornalista Alexandre Garcia, notório pelas reportagens e opiniões políticas da Rede Globo, é um estudioso da origem do descobrimento do Brasil, ou redescobrimento, como alguns preferem, já que os índios já habitavam o território.
Garcia também mantém uma chamada diária no programa Poder e Política, numa emissora de rádio com alcance nacional. E em comentário neste programa ele defendeu a teoria de que o Brasil foi redescoberto por Pedro Álvares Cabral a partir do Rio Grande do Norte. O áudio viralizou em grupos de WhatsAap relacionados ao turismo do RN.
Essa teoria tem sido levantada pelo pesquisador potiguar Lenine Pinto há décadas. A secretaria estadual de Turismo bancou a ideia este ano e tem organizado campanha para disseminar ou discutir o assunto, inclusive com promoção de um Seminário que envolva diferentes teorias sobre o tema.
Em seu comentário, Alexandre Garcia disse ter visitado recentemente o túmulo de Cabral, em Santarém, na igreja Santa Maria da Graça, em Portugal. E é com essa introdução contextualizada que ele abre sua defesa de que o Brasil foi redescoberto em Touros, no Rio Grande do Norte.  Vejamos a transcrição do áudio.
“Estou em Lisboa. Peguei um carro e fui pra Santarém ver o túmulo do descobridor do Brasil, Pedro Álvares Cabral, na igreja Santa Maria da Graça. Há uma confusão em torno desse túmulo. Lá por 1870, 71 o nosso imperador brasileiro, Pedro II quis trazer ao Brasil os restos de Cabral. E encontraram, sob a lápide, na igreja Santa Maria da Graça, vários restos mortais. A lápide identifica dona Isabel de Castro, mulher de Cabral. Estaria lá, também, um filho de Cabral. Ou sejam: duas ossadas masculinas e uma feminina. Cabral morreu em 1520, vinte anos depois de ter descoberto o Brasil, ou de ter marcado a posse portuguesa no litoral brasileiro. Portugal já sabia há bastante tempo dessas terras. Cabral foi lá para confirmar, de passagem para as Índias.
Mas havia mais ossadas masculinas nessa carneiro dentro da Igreja. E ficou a dúvida: alguns ossos vieram ao Brasil e depois voltaram? Não ficou identificado. Mas, enfim, hoje dar-se como certo que Cabral está lá; esse é o túmulo de Cabral. Se bem que a terra natal dele, Belmonte, certa vez recebeu uma oferta da igreja de Santarém para que levasse os ossos pra lá. Mas tá difícil de identificar. Só se sabe que os ossos dele estão misturados a outras ossadas nessa igreja.
Fui lá prestar honras a Cabral que, por ordem do Rei Dom Manuel, chantou marcos, ou seja, cravou marcos portugueses; pedras com símbolo da cruz portuguesa ao longo de duas mil milhas náuticas do ponto de ancoragem da esquadra de Cabral. O último marco está em Cananeia, perto de Santos. Se pegarmos duas mil milhas náuticas de Cananeia pro Norte, vamos dar em Touros, no Rio Grande do Norte, em frente ao Monte Cabugi, de 900 metros e que é visto do mar. Seria esse o Monte Pascoal, e não o da Bahia, que é baixinho e ninguém vê do mar.
Essa é a primeira prova de que Cabral não chegou em Porto Seguro; chegou a Touros, a uns 90 quilômetros, mais ou menos, ao norte de Natal, a capital. Lá tem boas águas, como descreve Caminha, lá aparece tubarões, como descreve Caminha. E isso parece não estar presente em Porto Seguro. Porto Seguro… foi um historiador, Varnhagen que, 350 anos depois, como achou um marco português por lá, disse que era lá, e descreveu como chegada de Cabral em Porto Seguro. 
Na verdade, a primeira associação de empresas para explorar o pau-brasil foi feita com os holandeses no Rio Grande do Norte. Conta-se que Vasco da Gama passou por lá para se reabastecer de água e frutas, por isso não teve doenças de carência de vitamina C na frota que descobriu o caminho para as Índias. Os portugueses já tinham mapas falando em Brasil, supostamente uma ilha no Atlântico Sul, mas queriam saber, de fato, de que se tratava.
Então, são confirmações. A outra, sobre o Rio Grande do Norte é que os portugueses costumavam marcar os acidentes geográficos com o santo do dia. Como se usava ampulheta, na época, e a ampulheta era regulada com o sol a pino, o dia mudava ao meio dia. E ali está o cabo que recebe o nome do santo daquele dia (Cabo de São Roque), e não em Porto Seguro.
Eu estou convencido que o descobrimento do Brasil; a confirmação da posse portuguesa por parte de Pedro Álvares Cabral começou a ser feita lá em Touros, no Rio Grande do Norte”.
Papo Cultura

*A IMPORTÂNCIA DO MARCO DE TOUROS É TEMA DE DEBATE

Em comemoração aos 516 anos de aniversário do RN e do Marco de Touros, o historiador Marcus Cesar Cavalcanti retorna a chegada dos portugueses em terras potiguares


*DIA NACIONAL DO FOLCLORE TERÁ PALESTRA COM RODA DE CONVERSA E SARAU COM POESIA, MÚSICA, DANÇA E EXPOSIÇÃO, EM TOUROS/RN


ISAQUE GALVÃO - A CULTURA POTIGUAR PRESENTE NOS 516 ANOS DO MARCO COLONIAL DE TOUROS


MUNICÍPIO DE TOUROS/RN COMEMORA 516 ANOS DO MONUMENTO MAIS ANTIGO DO BRASIL, 7 DE AGOSTO


*PREFEITO CONCEDE CERTIFICADOS DURANTE COMEMORAÇÃO AOS 516 ANOS DO MARCO COLONIAL DE TOUROS
Por Dione Nascimento/Touros1501

Na noite desta segunda-feira, 07 de agosto de 2017, a Prefeitura Municipal de Touros, fez entrega de Certificados Comemorativos, alusivos aos 516 anos do Marco Português, sendo o mais antigo do Brasil. Chantado em Touros/RN, em 1501, pela expedição de Gaspar de Lemos, é conhecido mundialmente por Marco de Touros.
Durante o evento, o prefeito de Touros, Francisco de Assis Pinheiro de Andrade “Assis do Hospital”, fez entrega de Certificado Comemorativo a pessoas envolvidas direta e indiretamente na história do Marco de Touros e do Município. O prefeito ressaltou a importância do acontecimento que registra a chegada dos portugueses na terra tourense, e se comprometeu em continuar incentivando o resgate histórico, turístico e cultural do município. Durante a entrega de certificados o engenheiro Rick Alberto, esteve representando o Grupo Vila Galé.
Durante o dia aconteceu palestras e exposição que contou com a participação das escolas públicas e privadas, e Passeio Ciclístico que contou com o apoio da Secretaria de Educação, Cultura e Desporto e Secretaria de Turismo.
Com patrocínio do Prefeito Assis do Hospital, Secretário de Pesca, João Penha e da Diretora de Cultura, Dione Nascimento, o encerramento aconteceu com show musical dos artistas Almir Felipe e Amaury, e Isaque Galvão e banda.

Homenageados:

José Alberto Campos Silva, empresário português, com residência em Touros;

Jorge Rebelo de Almeida, português, presidente do Grupo Vila Galé em Touros;

Ivanildo Cortes de Sousa, autor do Hino de Touros;

Gaspar França, professor de história residente em Touros;

Historiador Lenine Barros Pinto;

Dom Jaime Vieira Rocha, Arcebispo Metropolitano de Natal;

Francisco de Assis Pinheiro de Andrade, Prefeito de Touros;

Joaquim Ferreira de Amorim, português, presidente do Grupo Joaquim Amorim;

Serafim Ribeirinho Soares, português.

A chegada da expedição, comandada pelos navegadores Gaspar de Lemos e André Gonçalves, a mando do rei português D. Manoel I, foi demarcada pela Lei Estadual 7.831/2000, de 30 de maio, assinada pelo então governador Garibaldi Alves Filho, com projeto de Lei criado pelo ex-deputado Valério Mesquita, por sugestão do historiador Marcus Cesar Cavalcanti de Morais.

INÍCIO